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	<title>Comentários sobre: Reflexão e discussão sobre as duas modalidades de interpretação: simultânea e consecutiva</title>
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	<description>Traduções para português e francês</description>
	<lastBuildDate>Sat, 03 Jul 2010 05:00:43 -0300</lastBuildDate>
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		<title>Por: Leonardo Milani</title>
		<link>http://milanitraducao.com/2010/06/11/reflexao-e-discussao-sobre-as-duas-modalidades-de-interpretacao/comment-page-1/#comment-10</link>
		<dc:creator>Leonardo Milani</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jul 2010 05:00:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://milanitraducao.com/?p=261#comment-10</guid>
		<description>Olá Maíra,

Obrigado pelo comentário.
Jogando mais lenha na fogueira, tentaria pensar sobre sua esperança de que, digamos, compreender as diferenças entre as diferentes modalidades poderia fazer com que agências:

&lt;blockquote&gt; veriam um aumento significativo na qualidade dos serviços prestados e estariam mais preparados justamente para fazer uma escolha adequada e persuadir o cliente da importância da mesma. &lt;/blockquote&gt; (&lt;em&gt;dixit Maíra&lt;/em&gt;)

Olha ... (longo suspiro)
Pior que acho que o buraco é mais em baixo. Eu sinceramente acredito que a grandíssima maioria das agências tem uma boa noção do que é qualidade e de como isso deveria ser importante, mas ao contrário de você, penso que muitas delas não acreditam que isso possa trazer uma grande diferença comercial, por que (convenhamos) poucos clientes finais avaliam este fator, a qualidade, ou ao menos sabem o que é e que cara tem.
A verdade me parece ser: um mercado (em particular, uma clientela) ainda extremamente desinformado (a),  que compra interpretação como se fosse produto e não serviço, e daí mesmo um potecial imenso de vender qualquer coisa na praça com o nome de &quot;intérprete&quot; e não necessariamente um serviço onde qualidade e excelência podem fazer toda a diferença ... até que aconteça um desastre, claro.
O pior é que a baixa qualidade de uma interpretação não se faz notar até, sei lá, causar um incidente diplomático, ou algo desse nível. Aí sim, pedras no intérprete; mas antes disso, não. Parece até que a má qualidade só tem impactos dramáticos, pontuais e raros (logo, é um pequeno risco a correr para uma empresa). Sabemos que não é assim.

Por isso, minha intenção com este post visa muito mais clientes, meus ou potenciais, ou até de outros profissionais, concorrentes ou colegas. Eu acho que se é possível mudar alguma coisa informando, é do lado do cliente e não da agência de intepretação. Por que este cliente sim, independente da bagunça que a agência quer fazer e de sua responsabilidade na hora que contrata profissionais, pode &lt;em&gt;exigir&lt;/em&gt; desta que forneça um serviço de qualidade, se ao menos souber dizer o que diferencia um serviço de qualidade de um serviço sem qualidade.
(e nós sabemos por onde passa tudo isso: informação, fidelizar o cliente, estabelecer contatos diretos, desmistificar nosso trabalho, fazer com que certificações e demais credenciais formais sejam valorizadas e passem a constituir critério diferencial de seleção, ... enfim; só falta é tomar a iniciativa de &lt;em&gt;formar&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;informar&lt;/em&gt; nosso cliente --dá trabalho extra, não diretamente remunerado, mas acredito que a longo prazo pode ter bons resultados sobre a saúde do mercado)
Reitero para concluir esta parte: acredito em mudanças provenientes de clientes, não de agências, salvo poucas.

&lt;blockquote&gt;Como abordar a questão com a empresa que te contrata quando geralemente ela já fechou a modalidade de tradução antes mesmo de te chamar para trabalhar no evento?&lt;/blockquote&gt;

Bem, Maíra. O ponto para mim é que o que a agência firmou com o cliente dela não te interessa. O que interessa é o acordo que &lt;em&gt;você&lt;/em&gt; firmou com essa agência, e só. Se você combinou tudo por telefone e nem ao menos definiu quais coisas são permitidas e quais não são, bem, aí vale tudo, não é?
Olha, nenhum profissional aceita de trabalhar naquilo que não sabe trabalhar, em condições que não são aquelas nas quais trabalha. Você não chama um eletricista na sua casa e aproveitando que está por lá, pergunta se ele podia dar uma olhada na torneira, porque sabe que levaria um desaforo na cara, merecido. Por que será que um intérprete de simultânea aceita de bom grado que em pleno evento as coisas mudem de surpresa e topa fazer uma consecutiva que não estava prevista? Por falta de firmeza profissional, não vejo outra explicação.

Portanto (lá vamos nós de novo), é sobretudo uma questão de procedimento e firmeza profissional.
Eu afirmo que se todos os profissionais assinassem sistematicamente termos que regessem os serviços que vão prestar e aplicassem à risca o que fosse combinado, não haveria mais problemas. E capaz que fosse também útil para as agências; embora estas, aí sim, ainda não pareem ter percebido isso.

Na minha resposta, eu tentei diferenciar minhas intenções ao publicar este post, entre agências de tradução e clientes:
-eu acho que as agências já sabem de tudo isso que estamos falando: qualidade, condições de trabalho, etc. etc. Não há mais nenhum trabalho de informação a realizar aí e seria perder tempo repetir isso a elas --Maíra, elas sabem. Agora é questão de negociação. E acredito que esta negociação passe por formalizar os vínculos profissionais e as condições de trabalho. Da nossa parte (intérpretes), tá faltando bastante firmeza e coragem na hora de dizer não ou &quot;isso é assim e não assado&quot;. 
-os clientes (finais e diretos), pelo contrário, têm pouco contato com o que qualifica nosso trabalho: poucos sabem como funciona um processo de interpretação e não têm nenhum contato com a experiência de trabalho do profissional que contratam. Muito menos ainda verificam que confiabilidade vem com este ou aquele profissional, quais recomendações o fizeram chegar ali, etc. Em suma, não há uma cultura destes clientes de valorizar os diferenciais e critéios que caracterizam um bom profissional. Eu acho que nós (intérpretes) temos parte de culpa nisso, pois em 12 anos de experiência, raramente observei alguma preocupação de fazer mais do que vender nosso serviço e ganhar nosso dinheiro (o que é, convenhamos, o &lt;em&gt;estrito mínimo&lt;/em&gt;); e acho que deveríamos investir em informar nosso cliente, fazê-lo compreender que trabalho está contratando, visualizar que implicações podem resultar de uma interpretação boa ou ruim, orientando e reformulando a forma como soliicta serviços de interpretação, diretamente ou através de agências.
Sinceramente, Maíra, acho que apesar de um mercado em plena ebulição em Brasília, muito pouco se fez nesta direção e quase todos os intérpretes do DF revelam um posicionamento profissional amador por não levar em consideração esta dimensão.
E acho que estes clientes, eles sim, tem poder de negociação com as agências que intermediam nossos serviços. O dia que souberem o que cobrar delas.

Grande abraço,

MILANI</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Maíra,</p>
<p>Obrigado pelo comentário.<br />
Jogando mais lenha na fogueira, tentaria pensar sobre sua esperança de que, digamos, compreender as diferenças entre as diferentes modalidades poderia fazer com que agências:</p>
<blockquote><p> veriam um aumento significativo na qualidade dos serviços prestados e estariam mais preparados justamente para fazer uma escolha adequada e persuadir o cliente da importância da mesma. </p></blockquote>
<p> (<em>dixit Maíra</em>)</p>
<p>Olha &#8230; (longo suspiro)<br />
Pior que acho que o buraco é mais em baixo. Eu sinceramente acredito que a grandíssima maioria das agências tem uma boa noção do que é qualidade e de como isso deveria ser importante, mas ao contrário de você, penso que muitas delas não acreditam que isso possa trazer uma grande diferença comercial, por que (convenhamos) poucos clientes finais avaliam este fator, a qualidade, ou ao menos sabem o que é e que cara tem.<br />
A verdade me parece ser: um mercado (em particular, uma clientela) ainda extremamente desinformado (a),  que compra interpretação como se fosse produto e não serviço, e daí mesmo um potecial imenso de vender qualquer coisa na praça com o nome de &#8220;intérprete&#8221; e não necessariamente um serviço onde qualidade e excelência podem fazer toda a diferença &#8230; até que aconteça um desastre, claro.<br />
O pior é que a baixa qualidade de uma interpretação não se faz notar até, sei lá, causar um incidente diplomático, ou algo desse nível. Aí sim, pedras no intérprete; mas antes disso, não. Parece até que a má qualidade só tem impactos dramáticos, pontuais e raros (logo, é um pequeno risco a correr para uma empresa). Sabemos que não é assim.</p>
<p>Por isso, minha intenção com este post visa muito mais clientes, meus ou potenciais, ou até de outros profissionais, concorrentes ou colegas. Eu acho que se é possível mudar alguma coisa informando, é do lado do cliente e não da agência de intepretação. Por que este cliente sim, independente da bagunça que a agência quer fazer e de sua responsabilidade na hora que contrata profissionais, pode <em>exigir</em> desta que forneça um serviço de qualidade, se ao menos souber dizer o que diferencia um serviço de qualidade de um serviço sem qualidade.<br />
(e nós sabemos por onde passa tudo isso: informação, fidelizar o cliente, estabelecer contatos diretos, desmistificar nosso trabalho, fazer com que certificações e demais credenciais formais sejam valorizadas e passem a constituir critério diferencial de seleção, &#8230; enfim; só falta é tomar a iniciativa de <em>formar</em> e <em>informar</em> nosso cliente &#8211;dá trabalho extra, não diretamente remunerado, mas acredito que a longo prazo pode ter bons resultados sobre a saúde do mercado)<br />
Reitero para concluir esta parte: acredito em mudanças provenientes de clientes, não de agências, salvo poucas.</p>
<blockquote><p>Como abordar a questão com a empresa que te contrata quando geralemente ela já fechou a modalidade de tradução antes mesmo de te chamar para trabalhar no evento?</p></blockquote>
<p>Bem, Maíra. O ponto para mim é que o que a agência firmou com o cliente dela não te interessa. O que interessa é o acordo que <em>você</em> firmou com essa agência, e só. Se você combinou tudo por telefone e nem ao menos definiu quais coisas são permitidas e quais não são, bem, aí vale tudo, não é?<br />
Olha, nenhum profissional aceita de trabalhar naquilo que não sabe trabalhar, em condições que não são aquelas nas quais trabalha. Você não chama um eletricista na sua casa e aproveitando que está por lá, pergunta se ele podia dar uma olhada na torneira, porque sabe que levaria um desaforo na cara, merecido. Por que será que um intérprete de simultânea aceita de bom grado que em pleno evento as coisas mudem de surpresa e topa fazer uma consecutiva que não estava prevista? Por falta de firmeza profissional, não vejo outra explicação.</p>
<p>Portanto (lá vamos nós de novo), é sobretudo uma questão de procedimento e firmeza profissional.<br />
Eu afirmo que se todos os profissionais assinassem sistematicamente termos que regessem os serviços que vão prestar e aplicassem à risca o que fosse combinado, não haveria mais problemas. E capaz que fosse também útil para as agências; embora estas, aí sim, ainda não pareem ter percebido isso.</p>
<p>Na minha resposta, eu tentei diferenciar minhas intenções ao publicar este post, entre agências de tradução e clientes:<br />
-eu acho que as agências já sabem de tudo isso que estamos falando: qualidade, condições de trabalho, etc. etc. Não há mais nenhum trabalho de informação a realizar aí e seria perder tempo repetir isso a elas &#8211;Maíra, elas sabem. Agora é questão de negociação. E acredito que esta negociação passe por formalizar os vínculos profissionais e as condições de trabalho. Da nossa parte (intérpretes), tá faltando bastante firmeza e coragem na hora de dizer não ou &#8220;isso é assim e não assado&#8221;.<br />
-os clientes (finais e diretos), pelo contrário, têm pouco contato com o que qualifica nosso trabalho: poucos sabem como funciona um processo de interpretação e não têm nenhum contato com a experiência de trabalho do profissional que contratam. Muito menos ainda verificam que confiabilidade vem com este ou aquele profissional, quais recomendações o fizeram chegar ali, etc. Em suma, não há uma cultura destes clientes de valorizar os diferenciais e critéios que caracterizam um bom profissional. Eu acho que nós (intérpretes) temos parte de culpa nisso, pois em 12 anos de experiência, raramente observei alguma preocupação de fazer mais do que vender nosso serviço e ganhar nosso dinheiro (o que é, convenhamos, o <em>estrito mínimo</em>); e acho que deveríamos investir em informar nosso cliente, fazê-lo compreender que trabalho está contratando, visualizar que implicações podem resultar de uma interpretação boa ou ruim, orientando e reformulando a forma como soliicta serviços de interpretação, diretamente ou através de agências.<br />
Sinceramente, Maíra, acho que apesar de um mercado em plena ebulição em Brasília, muito pouco se fez nesta direção e quase todos os intérpretes do DF revelam um posicionamento profissional amador por não levar em consideração esta dimensão.<br />
E acho que estes clientes, eles sim, tem poder de negociação com as agências que intermediam nossos serviços. O dia que souberem o que cobrar delas.</p>
<p>Grande abraço,</p>
<p>MILANI</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Maíra machado</title>
		<link>http://milanitraducao.com/2010/06/11/reflexao-e-discussao-sobre-as-duas-modalidades-de-interpretacao/comment-page-1/#comment-9</link>
		<dc:creator>Maíra machado</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 07:45:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://milanitraducao.com/?p=261#comment-9</guid>
		<description>Milani,
seu post contém informações extremamente úteis tanto para aqueles que estão contratando intérpretes quanto para a formação de intérpretes iniciantes que estejam buscando justamente saber a diferença entre as modalidades e o momento apropriado para utilizar cada uma. 

Já trabalhei em eventos onde a escolha inadequada da modalidade de tradução repercutiu negativamente no evento.

Daí a importância de divulgarmos estas informações para intérpretes, para empresas de tradução, para os clientes públicos e privados. Obviamente, a conscientização de todos os parceiros envolvidos só teria a acrescentar. Pouparíamos nomes de intérpretes que foram indevidamente responsabilizados por decisões mal-tomandas quanto à modalidade de tradução. Em segundo lugar, as empresas de tradução veriam um aumento significativo na qualidade dos serviços prestados e estariam mais preparados justamente para fazer uma escolha adequada e persuadir o cliente da importância da mesma. Sem esquecer, que tal conscientização, nos ajudaria a cumprir nosso objetivo último: intermediar a comunicação e possibilitar um diálogo esclarecedor e fiel entre as partes.

Cumprir tal meta é mais fácil, é claro, quando o intérprete está em contato direto com o cliente, o que infelizmente aínda é a realidade de uma minoria de intérpretes mais conhecidos.

Já para os intérpretes que ainda não conquistaram tal popularidade,tal tarefa se torna um pouco mais complicada, pois geralmente trabalham para empresas de tradução e não têm contato direto com o cliente. Como abordar a questão com a empresa que te contrata quando geralemente ela já fechou a modalidade de tradução antes mesmo de te chamar para trabalhar no evento?

Talvez a única maneira seja estimular o diálogo entre intérpretes e empresas de interpretação.Ou seja, dar este feedback(com bastante tato) à empresa e estar disposto a ouvir para melhor compreender porque aquilo aconteceu.
 Sei bem que este diálogo nem sempre é fácil, pois nossa própria condição de &quot;freelancers&quot; atrapalha um pouco a criação de elos entre empresas e intérpretes. Muitos intérpretes recebem emails comunicando a confirmação de um evento e só vão à empresa para buscar o pagamento e olhe lá! Estou aberta a sugestões de como poderíamos auxiliar na escolha certa.

Abraços,

Maíra Machado</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Milani,<br />
seu post contém informações extremamente úteis tanto para aqueles que estão contratando intérpretes quanto para a formação de intérpretes iniciantes que estejam buscando justamente saber a diferença entre as modalidades e o momento apropriado para utilizar cada uma. </p>
<p>Já trabalhei em eventos onde a escolha inadequada da modalidade de tradução repercutiu negativamente no evento.</p>
<p>Daí a importância de divulgarmos estas informações para intérpretes, para empresas de tradução, para os clientes públicos e privados. Obviamente, a conscientização de todos os parceiros envolvidos só teria a acrescentar. Pouparíamos nomes de intérpretes que foram indevidamente responsabilizados por decisões mal-tomandas quanto à modalidade de tradução. Em segundo lugar, as empresas de tradução veriam um aumento significativo na qualidade dos serviços prestados e estariam mais preparados justamente para fazer uma escolha adequada e persuadir o cliente da importância da mesma. Sem esquecer, que tal conscientização, nos ajudaria a cumprir nosso objetivo último: intermediar a comunicação e possibilitar um diálogo esclarecedor e fiel entre as partes.</p>
<p>Cumprir tal meta é mais fácil, é claro, quando o intérprete está em contato direto com o cliente, o que infelizmente aínda é a realidade de uma minoria de intérpretes mais conhecidos.</p>
<p>Já para os intérpretes que ainda não conquistaram tal popularidade,tal tarefa se torna um pouco mais complicada, pois geralmente trabalham para empresas de tradução e não têm contato direto com o cliente. Como abordar a questão com a empresa que te contrata quando geralemente ela já fechou a modalidade de tradução antes mesmo de te chamar para trabalhar no evento?</p>
<p>Talvez a única maneira seja estimular o diálogo entre intérpretes e empresas de interpretação.Ou seja, dar este feedback(com bastante tato) à empresa e estar disposto a ouvir para melhor compreender porque aquilo aconteceu.<br />
 Sei bem que este diálogo nem sempre é fácil, pois nossa própria condição de &#8220;freelancers&#8221; atrapalha um pouco a criação de elos entre empresas e intérpretes. Muitos intérpretes recebem emails comunicando a confirmação de um evento e só vão à empresa para buscar o pagamento e olhe lá! Estou aberta a sugestões de como poderíamos auxiliar na escolha certa.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Maíra Machado</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bob</title>
		<link>http://milanitraducao.com/2010/06/11/reflexao-e-discussao-sobre-as-duas-modalidades-de-interpretacao/comment-page-1/#comment-7</link>
		<dc:creator>Bob</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jun 2010 02:16:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://milanitraducao.com/?p=261#comment-7</guid>
		<description>Ótimo post Milani! Acho mais que louvável seu compromisso com ser o mais completo e abrangente possível sempre que se propõe a elucidar algo  (ainda mais em tempos em que tão levianamente se sacrifica completude por conveniência). Sempre bom te ler cara!

Acredito ser importante que as pessoas de alguma forma envolvidas na nossa área (contratantes de evento, agências e profissionais da área, principalmente mas não exclusivamente) tenham algum nível de entendimento (mesmo que em diferentes níveis) do que você delineou aqui. Os clientes iniciais me parecem estar mais aquém do nível de conhecimento que seria considerado razoavel/apropriado, alem de benéfico (mantidas as proporções, obviamente), do &quot;modus operandi&quot; do que fazemos que os outros atores envolvidos, e talvez fosse interessante voltar a pensar (digo &quot;voltar&quot; porque isto já foi discutido em outros locais/ocasiões) em formas não-intrusivas de se alcançar um entendimento melhor por parte destes. 

Acho que uma questão muito importante que você levantou aqui (e da qual eu não vejo se falar tanto quanto outras)  é a da habilidade/necessidade/arte de tomar notas. Embora a necessidade de se fazer interpretação consecutiva de longos trechos falados seja algo bem menos comumente presente no microcosmo do nosso mercado mais interno de Brasilia, não consigo deixar de perceber que essa é uma área para a qual mais treinamento seria absurdamente bem-vindo (tão bem-vindo quanto difícil de encontrar, pelo que eu percebo aqui em BsB).

No que tange a completude que eu mencionei ali em cima, talvez fosse também interessante abordar a questão do relay, que vantagens e desvantagens ele apresenta, etc. 

Novamente, parabéns pelo excelente post!

Abração

Bob</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo post Milani! Acho mais que louvável seu compromisso com ser o mais completo e abrangente possível sempre que se propõe a elucidar algo  (ainda mais em tempos em que tão levianamente se sacrifica completude por conveniência). Sempre bom te ler cara!</p>
<p>Acredito ser importante que as pessoas de alguma forma envolvidas na nossa área (contratantes de evento, agências e profissionais da área, principalmente mas não exclusivamente) tenham algum nível de entendimento (mesmo que em diferentes níveis) do que você delineou aqui. Os clientes iniciais me parecem estar mais aquém do nível de conhecimento que seria considerado razoavel/apropriado, alem de benéfico (mantidas as proporções, obviamente), do &#8220;modus operandi&#8221; do que fazemos que os outros atores envolvidos, e talvez fosse interessante voltar a pensar (digo &#8220;voltar&#8221; porque isto já foi discutido em outros locais/ocasiões) em formas não-intrusivas de se alcançar um entendimento melhor por parte destes. </p>
<p>Acho que uma questão muito importante que você levantou aqui (e da qual eu não vejo se falar tanto quanto outras)  é a da habilidade/necessidade/arte de tomar notas. Embora a necessidade de se fazer interpretação consecutiva de longos trechos falados seja algo bem menos comumente presente no microcosmo do nosso mercado mais interno de Brasilia, não consigo deixar de perceber que essa é uma área para a qual mais treinamento seria absurdamente bem-vindo (tão bem-vindo quanto difícil de encontrar, pelo que eu percebo aqui em BsB).</p>
<p>No que tange a completude que eu mencionei ali em cima, talvez fosse também interessante abordar a questão do relay, que vantagens e desvantagens ele apresenta, etc. </p>
<p>Novamente, parabéns pelo excelente post!</p>
<p>Abração</p>
<p>Bob</p>
]]></content:encoded>
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