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	<title>Leonardo Milani</title>
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	<description>Traduções para português e francês</description>
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		<title>Última versão de La Maison Hantée</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Mar 2017 03:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[La Maison Hantée &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://milanitraducao.com/wp-content/uploads/2017/03/La-Maison-Hantée_02-03-2017_Versao2-Cortou-ArrumouCanais-PrimeirasAut.wav" class="file wav">La Maison Hantée</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Está criado o Conati</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2014 19:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Com sincero orgulho que tenho de participar pessoal e diretamente desta nova  e inédita organização entre entidades de classe da categoria profissional, divulgo aqui a comunicado do reçem-criado Conati, Comitê Nacional de Tradutores e Intérpretes: Caros colegas, Sabemos que tradutores e intérpretes são uma enorme maioria de profissionais autônomos (atuando tanto como PJ quanto PF) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address>Com sincero orgulho que tenho de participar pessoal e diretamente desta nova  e inédita organização entre entidades de classe da categoria profissional, divulgo aqui a comunicado do reçem-criado <strong>Conati</strong>, Comitê Nacional de Tradutores e Intérpretes:</address>
<hr />
<address>Caros colegas,</address>
<hr />
<address>Sabemos que tradutores e intérpretes são uma enorme maioria de profissionais autônomos (atuando tanto como PJ quanto PF) que precisam consolidar, para atuar no Brasil, pequenas e médias empresas. Mas, com a carga tributária a que tais empresas são submetidas, um contingente volumoso de profissionais acaba optando por trabalhar na informalidade; isso cria uma desigualdade de competição (empresas pagam impostos elevados enquanto profissionais não formalizados podem vender valores líquidos para seus clientes) e fragiliza as iniciativas empresariais.O Simples Nacional trouxe, em sua proposta inicial, a esperança de arranjos tributários menos onerosos, vantajosos para todos (aumento da formalização e desoneração para os donos de PME de tradução). Nesta oportunidade, a Abrates, o Sintra e a Apic se mobilizaram e entregaram um abaixo–assinado, promovido por Reginaldo Francisco, que contou mais de dois mil profissionais esperançosos ao então relator do projeto, o Deputado Federal Claudio Puty, em abril de 2014. Veja aqui.Porém, nos últimos meses de votação da lei, emendas ao projeto enfraqueceram a proposta inicial e sua intenção de inclusão de pequenos empresários. A lei acabou sancionada em agosto de 2014, incluindo tradutores e intérpretes na tabela VI do Simples Nacional, que propõe um imposto ainda mais alto que o que já se pagava no sistema anterior: 16,33% no Lucro Presumido, contra 16,93% no Simples Nacional. Ou seja, a proposta, embora fosse promissora, acabou sancionada sem nenhuma vantagem para a categoria. Além do mais, e para nossa surpresa, outras profissões com perfil semelhante (atividade autônoma intelectual de alto nível de especialização, por exemplo advogados), foram incluídos na tabela IV, onde pagam apenas 4,5% de impostos.Em setembro, durante o Congresso da Abrates, foi realizada uma sessão de grande sucesso entre as diversas entidades de classe para promover e incentivar a colaboração naquilo que passou a ser chamado de &#8220;agendas comuns&#8221; entre as entidades. No almoço que se seguiu a esta sessão, um grupo formado pelos representantes das diversas entidades de classe e por pessoas ativas ligadas às mesmas decidiu criar um coletivo extremamente ativo de colaboração entre entidades de classe para temas julgados de importância, tais como a questão do Simples Nacional, que afeta a todos.Para poder atuar de maneira oficial, este grupo fundou o Conati, Comitê Nacional de Associações de Tradutores e Intérpretes, autor do presente comunicado. O Conati não representa o interesse ou a liderança de nenhuma das entidades que o integram e sim os interesses comuns a todas elas, em pé de igualdade, no melhor espírito de colaboração. Ao somar os membros de suas diversas entidades de classe, o Conati atualmente conta com quase 1500 membros representados.O Conati tomou conhecimento de que seria possível reverter nossa inclusão na desfavorável Tabela VI e sermos incluídos nas tabelas III ou IV, onde os impostos são muito menores. O Ministro Guilherme Afif, chefe da SMPE, integra um grupo formado com o Sebrae que estuda o bem fundado destas alíquotas e entregará um relatório sobre a questão no início de novembro (07/11) à Presidente Dilma. Este relatório deve mostrar que alíquotas muito elevadas geram desestímulo à adesão ao Simples Nacional e à formalização de novos profissionais, fragilizam as profissões, entre outras desvantagens. Portanto, é possível que o governo, com base nestas informações, delibere pela redução das alíquotas ou pela inclusão da nossa categoria em uma tabela com alíquotas menores (tabelas III e IV).</p>
<p>Diante desta perspectiva, o Conati decidiu investir todos os esforços de seus integrantes até o dia 7 de novembro. Ele pretende:</p>
<p>- montar campanhas com os profissionais de tradução e interpretação para nos fazermos presentes na cena política, garantindo que nosso pedido seja ouvido e levado em consideração;<br />
- obter uma reunião em Brasília/São Paulo como Ministro Afif e sua assessoria para conversar com ele sobre a situação dos profissionais de tradução e interpretação e ouvir dele o que podemos fazer para mudar a situação;</p>
<p>Decidimos aproveitar a realização de uma primeira ação concreta de sucesso para compartilhar oficialmente com vocês a existência do Conati: na segunda passada, dia 20/10/2014, o Ministro Afif esteve no Rio de Janeiro para &#8220;apresentar aos empresários locais e autoridades públicas as mudanças promovidas pela Lei 147/14.&#8221;. O Conati imediatamente se mobilizou para estar presente nesse encontro e entregar ao Ministro, em mãos, um Ofício que elaborou e sumariza os motivos pelos quais achamos que devemos estar na tabela III ou IV, e não na tabela VI. Este Ofício não leva a marca de nenhuma liderança específica; pelo contrário, ela expressa a presença conjunta e articulada de todas as entidades de classe de tradutores e intérpretes, em favor desta mudança.</p>
<p>Leia o Ofício entregue ao Ministro Afif na segunda dia 20/10/2014, reivindicando nossa inclusão na Tabela IV ou III<br />
<a href="http://milanitraducao.com/wp-content/uploads/2014/10/141020-OFÍCIO-AO-MINISTRO-DA-SMPE-CONATI-ASSINADO.pdf" class="file pdf">141020 &#8211; OFÍCIO AO MINISTRO DA SMPE &#8211; CONATI &#8211; ASSINADO</a></p>
<p>Cumprida a missão, só nos resta a convidá-los a ler o relatório produzido pelo Secretário-Geral do Comitê, Luiz Araújo, relatando a jornada e os resultados obtidos.<br />
<a href="http://milanitraducao.com/wp-content/uploads/2014/10/141021-Carta-sobre-a-presença-do-CONATI-na-Caravana-da-Simplificação-em-Niterói.pdf" class="file pdf">141021 Carta sobre a presença do CONATI na Caravana da Simplificação em Niterói</a></p>
<p>Essa realização é o primeiro passo de um projeto ambicioso.</p>
<p>Hoje, ao participar de uma das entidades de classe que integram o Conati, você também participa do esforço conjunto desenvolvido pelo espírito colaborativo destas entidades de classe e contribuiu para esta nova visão da nossa atuação em favor das nossas profissões. Esse espírito, inédito na história das instituições envolvidas, nos deixa orgulhosos e empolgados, por propiciar, hoje e no futuro, a união das nossas forças em questões do interesse de todos.</p>
<p>O Conati é formado por:</p>
<p>Associações Internacionais:<br />
- AIIC: Associação Internacional de Intérpretes de Conferência.</p>
<p>Associações Nacionais:<br />
- Abrates: Associação Brasileira de Tradutores e Intérpretes;<br />
- Apic: Associação Profissional de Intérpretes de Conferência.</p>
<p>Sindicato Nacional:<br />
- Sintra: Sindicato Nacional dos Tradutores: o SINTRA é o único Sindicato de tradutores e intérpretes existente no Brasil.</p>
<p>Associações Estaduais de Tradutores Públicos e Intérpretes Comerciais (conhecidos como &#8220;Juramentados&#8221; ou &#8220;TPIC&#8221;):<br />
- ACTP: Associação dos TPIC de SC;<br />
- ACETESP: Associação dos TPIC do CE.<br />
- ASTRAJUR-RS: Associação dos TPIC do RS;<br />
- ATP-Rio: Associação dos TPIC do RJ;<br />
- ATP-MG: Associação dos TPIC de MG;<br />
- ATPIESP: Associação dos TPIC de SP;<br />
- ATPP: Associação dos TPIC do PR.</p>
<p>O Conati incentiva que todos os tradutores e intérpretes do Brasil se filiem às instituições nacionais e às associações de seus respectivos estados.</p>
<p>Mas a quais instituições devo me associar?<br />
Nossas sugestões:</p>
<p>Tradutores e intérpretes livres: sugerimos que se filiem às respectivas Associações Nacionais e ao Sintra.</p>
<p>Tradutores e intérpretes juramentados: sugerimos que se filiem às respectivas Associações Estaduais, a ao menos uma das Associações Nacionais e ao Sintra.</p>
<p>Além disso, incentivamos que todos os profissionais autônomos conversem com seus contadores para que direcionem suas contribuições sindicais ao Sintra.</p>
<p>Desde já agradecemos os esforços e a atenção de todos os já envolvidos e de todos aqueles que se interessam em participar desta jornada que certamente será longa e desafiadora, mas estamos certos de que, através da nossa união, conquistaremos objetivos grandiosos!</p>
<p>Saudações tradutórias e interpretativas,</p>
<p>Instituições-membro do Conati</p>
</address>
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		<title>Artigo no Globouniversidade.com</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Aug 2012 21:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[interpretação]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>

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		<description><![CDATA[Segue o link para o site do Globo Universidade, cuja matéria deste sábado abordou o mercado de tradução e interpretação. Minha modesta contribuição está no artigo a seguir: http://redeglobo.globo.com/globouniversidade/noticia/2012/08/interpretacao-simultanea-e-um-dos-mercados-promissores-do-tradutor.html Boa leitura!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: tahoma, sans-serif;">Segue o link para o site do <a href="http://redeglobo.globo.com/globouniversidade/" target="_blank">Globo Universidade</a>, cuja matéria deste sábado abordou o mercado de tradução e interpretação.</span></div>
<div><span style="font-family: tahoma, sans-serif;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-family: tahoma, sans-serif;">Minha modesta contribuição está no</span> artigo a seguir:</div>
<div><a href="http://redeglobo.globo.com/globouniversidade/noticia/2012/08/interpretacao-simultanea-e-um-dos-mercados-promissores-do-tradutor.html" target="_blank">http://redeglobo.globo.com/<wbr>globouniversidade/noticia/<wbr>2012/08/interpretacao-<wbr>simultanea-e-um-dos-mercados-<wbr>promissores-do-tradutor.html</wbr></wbr></wbr></wbr></a></div>
<div><span style="font-family: tahoma, sans-serif;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-family: tahoma, sans-serif;">Boa leitura!</span></div>
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		<title>Relatório &#8220;Rio92, para onde foi? Rio+20, para onde vai?&#8221; da WWF é publicado</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jul 2012 02:09:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi publicado em junho, às vésperas da Rio +20, relatório da WWF &#8220;Rio92, para onde foi? Rio+20, para onde vai?&#8220;, que contou com traduções de minha autoria, além das de Fernando Campos (espanhol), Luciano Monteiro e Paulo Kol. Boa leitura!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi publicado em junho, às vésperas da Rio +20, relatório da WWF &#8220;<a href="http://d3nehc6yl9qzo4.cloudfront.net/downloads/serie_rio92_rio_20_port_ing_esp.pdf" class="file pdf">Rio92, para onde foi? Rio+20, para onde vai?</a>&#8220;, que contou com traduções de minha autoria, além das de <a href="http://www.tradore.com" class="file com" target="_parent">Fernando Campos</a> (espanhol), <a href="http://www.lucianomonteiro.com/">Luciano Monteiro</a> e Paulo Kol.</p>
<p>Boa leitura!</p>
<p><object width="320" height="240" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://milanitraducao.com/wp-content/uploads/2012/07/CapaWWRio92Rio2012.jpg" /><embed width="320" height="240" type="application/x-shockwave-flash" src="http://milanitraducao.com/wp-content/uploads/2012/07/CapaWWRio92Rio2012.jpg" /></object></p>
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		<title>Curso de Wordfast Classic: próxima aula, dia 03/03/2012</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 06:15:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Curso de Wordfast já comemorou um ano de atividade, com várias aulas ministradas em 2011 e diversos projetos em vista. A próxima aula acaba de ser marcada para o sábado dia 03 de março e as inscrições já estão abertas. Os interessados podem fazer sua inscrição através do nosso site: http://www.cursodewordfast.com.br/ Este é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Curso de Wordfast já comemorou um ano de atividade, com várias aulas ministradas em 2011 e diversos projetos em vista.</p>
<p>A <strong>próxima aula</strong> acaba de ser marcada para o <strong>sábado dia 03 de março</strong> e as inscrições já estão abertas.</p>
<p>Os interessados podem fazer sua inscrição através do nosso site:<br />
<a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;q=http://www.cursodewordfast.com.br/&amp;usg=AFQjCNHghWgR0vSEa9lQIdN-0bvZN9l0tQ" rel="nofollow" target="_blank">http://www.cursodewordfast.com.br/</a></p>
<p>Este é o flyer anunciando a aula:<br />
<a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;q=http://www.cursodewordfast.com.br/pages/flyer.html&amp;usg=AFQjCNHNG7C2je9JzRbc2ZKo4qNXLrpSqg" rel="nofollow" target="_blank">http://www.cursodewordfast.com.br/pages/flyer.html</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Dilma Roussef: President**a** do Brasil</title>
		<link>http://milanitraducao.com/2012/01/16/dilma-roussef-presidenta-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 05:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[norma]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[tradução]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao redigir um post recente, peguei-me novamente a escrever a palavra &#8220;presidenta&#8221; para me referir a Dilma Roussef. Grande polêmica no início do ano 2011, percebo que nunca abordei a questão de saber se devemos adotar &#8220;presidente&#8221; ou &#8220;presidenta&#8221; para nos referir a Dilma Roussef. &#160; Pois acreditem que esta foi uma polêmica muito séria, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao redigir um post recente, peguei-me novamente a escrever a palavra &#8220;presidenta&#8221; para me referir a Dilma Roussef. Grande polêmica no início do ano 2011, percebo que nunca abordei a questão de saber se devemos adotar &#8220;presidente&#8221; ou &#8220;presidenta&#8221; para nos referir a Dilma Roussef.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pois acreditem que esta foi uma polêmica muito séria, que dividiu as opiniões e deu o que falar em lista de profissionais de língua.</p>
<p>Eu vejo este debate como a confluência de duas questões fundamentais:<br />
1) o rigor da língua (dicionário, gramática, etimologia,&#8230;)<br />
2) o uso e a validade (e validação) deste</p>
<p>Os <span style="text-decoration: underline;">argumentos aue priorizam o rigor da língua</span> tendem a valorizar o uso de presidente:</p>
<p>Meu colega Florisvaldo Machado, em determinado debate em listas, levantou o argumento inicial que me parece indiscutível: no <strong>plano etimológico</strong>, dar a um substantivo masculino terminado por <strong>-ente</strong> uma marca de feminino <strong>-enta</strong> é sem sentido. Em quase nenhuma outra palavra terminado por -ente isso ocorre: não há videnta, pacienta, adolescenta, gerenta, clienta, atendenta,&#8230;<br />
(MAS: &#8220;chefa&#8221; e &#8220;parenta&#8221; são dicionarizados, bem como&#8230; &#8220;presidenta&#8221;, sendo porém considerado informal)</p>
<p>É justamente o que Luiz Costa Pereira Junior destaca, em <a title="Artigo de Luis Costa Pereira Junior sobre o uso de PresidentA" href="http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=12196">seu excelente artigo</a>, muito abrangente:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>(&#8230;) a equipe do Lexikon, que atualiza o dicionário Aulete, avalia que os substantivos e adjetivos de dois gêneros terminados em -ente não apresentam flexão de gênero terminado em -a. Por isso, não dizemos &#8220;gerenta&#8221;, &#8220;pacienta&#8221;, &#8220;clienta&#8221; etc. Caso fosse &#8220;presidenta&#8221;, por coerência, diríamos &#8220;a presidenta está contenta&#8221; e &#8220;o presidente está contento&#8221;, exemplifica o grupo.</em></p>
<p>Luiz Costa Pereira Junior aponta ainda:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Ernani Pimentel diz que &#8220;presidenta&#8221; pertence às palavras &#8220;andróginas, hermafroditas ou bissexuadas&#8221;, como &#8220;pianista&#8221;, &#8220;jovem&#8221;, &#8220;colega&#8221;, comuns de dois gêneros. Terminadas em -nte (amante, constante, docente, poluente, ouvinte&#8230;), não usam o / a para indicar gênero. O fator linguístico a limitar essa &#8220;androginia&#8221;, tornando a palavra só masculina ou feminina, é o artigo (o amante, a amante); o substantivo (líquido ou água poluente); o pronome a ela ligado (nosso ou nossa contribuinte). Ao oficializar &#8220;presidenta&#8221;, diz Pimentel, arrisca-se a &#8220;despender energia&#8221;, criando &#8220;amanta&#8221;, &#8220;constanta&#8221;, &#8220;docenta&#8221;, &#8220;poluenta&#8221;, &#8220;ouvinta&#8221;&#8230;</em>(&#8230;)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por outro lado, é tendência cada vez maior de que o uso deve predominar. E embora isto faça prevalecer a adoção do uso de president<span style="text-decoration: underline;"><strong>a</strong></span>, tampouco aqui todo mundo concorda:</p>
<p>Apostando na <a title="Presidência argumenta com base na ambivalência de Presidente e Presidenta" href="http://www2.planalto.gov.br/presidenta/uso-da-palavra-presidenta">ambivalência dos dois vocábulos</a> (president<strong>e</strong> e president<strong>a</strong>), aliás de forma um pouco simplista (evocar a &#8220;norma culta&#8221; e se ater a discutir se o termo é ou não dicionarizado é uma ofensa à gramática), a Presidência argumenta a favor da escolha president<strong>a</strong>. No site em que apresenta o cargo, estampa o título orgulhosamente: President<span style="text-decoration: underline;"><strong>a</strong></span>. E começa o texto assim:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Primeira mulher a se tornar President<span style="text-decoration: underline;"><strong>e</strong></span> da República do Brasil, Dilma Vana Rousseff nasceu em 14 de dezembro de 1947, na cidade de Belo Horizonte (MG).</em><br />
(o site passa por constantes mudanças, portanto se não encontrarem mais este texto lá, significa que foi alterado, como me parece que deveria ser)</p>
<p>Não vamos dizer que ajudou, né?</p>
<p>Por <strong>comparação com outros idiomas latinos</strong>, principalmente o espanhol pela proximidade (por vezes enganosa&#8230;), buscou-se também mostrar regras já validadas para aprovar uma ou outra escolha. Por exemplo, recordou-se a polêmica exigência da presidenta argentina de ser chamada: &#8220;la Presidenta Kirchner&#8221;.</p>
<p>Os <strong>períodicos e principais canais de informação</strong> passaram a servir como autoridades que justificariam o uso; mas até hoje, estes não conseguiram se pôr de acordo entre si: a <a title="Folha mantém &quot;presidentE&quot;" href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/823593-folha-adotara-presidente-para-se-referir-a-dilma.shtml">Folha de São Paulo não arredou de president<strong>e</strong></a> (a não ser <a title="Folha usa presidentA de forma debochada" href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/1003091-uma-presidenta-na-europa.shtml">de forma debochada</a>), enquanto a <a title="Voz do Brasil adota PresidentA" href="http://cafe.ebc.com.br/tpl_capa">&#8220;Voz do Brasil&#8221; adotou president<strong>a</strong></a> (e é um canal oficial).</p>
<p>O <strong>uso passado</strong> poderia, ao contrário do esperado, justificar o feminino em -ente, como argumenta Sérgio Nogueira em seu blog <a title="Blog Dicas de Português - Sérgio Nogueira - PresidentA" href="http://g1.globo.com/platb/portugues/2010/11/01/a-presidente-ou-presidenta/">Dicas de Português</a>:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>É bom lembrar que a acadêmica Nélida Piñon, quando eleita, sempre se apresentou como a primeira PRESIDENTE da Academia Brasileira de Letras. Patrícia Amorim, desde sua eleição, sempre foi tratada como a presidente do Flamengo.</em></p>
<p>E pior. O <strong>desuso futuro</strong> pode ser determinante, como já foi com outras palavras. Ou seja, mesmo se aceitamos &#8220;presidenta&#8221;, resta a saber se vai vingar de fato ou se só vai ficar lá no dicionário (e.g., o caso de &#8220;chefa&#8221;, que não é usado para mulheres que chefiam). Ora, justamente, o gramático Ataliba de Castilho aponta que:</p>
<p style="padding-left: 30px;"><em>Há &#8220;soldada&#8221;, &#8220;sargenta&#8221;, &#8220;coronela&#8221;, &#8220;capitã&#8221; e &#8220;generala&#8221;. Mas o Exército, ele mesmo, evita adotá-las.</em></p>
<p>O mesmo Ataliba levanta a interessante questão da <strong>ressignificação do vocábulo &#8220;presidente&#8221;</strong> ao adotarmos &#8220;presidenta&#8221;. Até então, sempre tivemos homem na presidência e &#8220;presidente&#8221; era, de fato, uma palavra neutra que designaria aquele &#8211; ou aquela &#8211; que ocupasse o cargo presidencial. Se hoje passamos a dizer que Dilma é a Presidenta do Brasil, &#8220;presidente&#8221; vai passar a designar unicamente homens que ocupem a presidência. E talvez esta ressignificação não se atenha à Presidência da República e passe a se aplicar a qualquer presidência (de uma empresa, por exemplo).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na selva de prós e contras muitas vezes procedentes, fato é que o profissional de idiomas, nomeadamente o tradutor e o intérprete, precisa fazer esta escolha fatal: presidente, ou presidenta?</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Fato 1</span>: o PL 210/55 (veja figura abaixo que apresenta uma versão escaneada do texto original), que virou a Lei Ordinária federal 2.749, de 1956, do senador Mozart Lago, determina o uso oficial da forma feminina para designar cargos públicos ocupados por mulheres.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Fato 2</span>: a Presidência optou por Presidenta. E em um evento hipotético em que eu tenha que interpretar para o português algo dirigido à Presiden&#8230;ta, eu não ousaria dizer &#8220;Excelentíssima Senhora Presiden<span style="text-decoration: underline;"><strong>te</strong></span>, é com satisfação&#8230;&#8221;. Mesmo ela não estando presente (presenta?), entendo que o fato da Presidência ter optado por &#8220;presidenta&#8221; cria uma certa expectativa da audiência, que pode estranhar o uso de &#8220;presidente&#8221; para se referir a Dilma Roussef.</p>
<p>Assim, fazer questão de adotar president**a**, correto ou não (e isso pode nunca ser esclarecido de forma definitiva), é uma questão evidentemente política, de afirmação da ascensão das mulheres ao poder e da igualdade de sexos. É tão preponderante quanto o <em>background</em> popular do Lula, que conquistou não apenas 3 eleitorados nacionais (por que convenhamos que o pleito de 2010 também o teria eleito com facilidade), como também o respeito internacional. O resultado foi, no caso dele, que poucos o chamavam pelo sobrenome no exterior: &#8220;Monsieur da Silva&#8221;, seria engraçado, ao passo que sempre vi Fernando Henrique Cardoso ser chamado de &#8220;Monsieur Cardoso&#8221; lá fora. Não há gramática que legitime estas escolhas. O uso traz uma marca da percepção popular sobre aquilo que está sendo falado, um sinal de como o emissor da mensagem compreende (interpreta&#8230;) o que diz.</p>
<p>Pois não adianta paladinar em (suposta) defesa da pureza do idioma, se o que está em jogo é a igualdade dos sexos no Brasil*. Em tese, se este tipo de afirmação pode mudar a posição das mulheres na sociedade brasileira, o &#8220;erro&#8221; vale a pena e a Presidência fez a escolha acertada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>_____________________</p>
<p style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 12px; line-height: normal;"><strong>(*</strong>) = isto dito, não são poucos aqueles que argumentam que fazer esta diferenciação terá o efeito contrário do esperado: chamando a atenção para a diferença, a Presidência optou por, afinal, discriminar. É um argumento com o qual concordo, mas só o tempo e o uso podem mostrar se este cenário se concretiza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignleft" style="border: 1px solid black; margin-right: 10px;" src="http://milanitraducao.com/wp-content/uploads/2012/01/PL-210-55.jpg" alt="Projeto de Lei 210/55" width="302" height="638" /></p>
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		<title>Artigos sobre mau desempenho de intérprete</title>
		<link>http://milanitraducao.com/2012/01/14/artigos-sobre-mau-desempenho-de-interprete/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 01:37:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Digam o que quiserem, o intérprete está sempre exposto quando exerce sua atividade. E uma das consequências disto é o surgimento de uma quantidade crescente de artigos jornalísticos (eletrônicos ou impressos) que destacam os supostos &#8220;fracassos&#8221; deste profissional. Vou citar dois exemplos e quero comentar mais especificamente o segundo. Este artigo é famoso por envolver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Digam o que quiserem, <strong>o intérprete está sempre exposto quando exerce sua atividade</strong>. E uma das consequências disto é o surgimento de uma quantidade crescente de artigos jornalísticos (eletrônicos ou impressos) que destacam os supostos &#8220;fracassos&#8221; deste profissional.</p>
<p>Vou citar dois exemplos e quero comentar mais especificamente o segundo.<strong><a title="Folha de São Paulo: &quot;Em Nova York, Dilma se irrita e 'demite' tradutora&quot;" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u738971.shtml"><br />
Este artigo</a></strong> é famoso por envolver a atual <a title="Peraí... não era presidentE?" href="http://milanitraducao.com/2012/01/16/dilma-roussef-presidenta-do-brasil/">presidenta</a> Dilma Roussef.<br />
E <strong><a title="Globoesportes.com: &quot;Leonardo se irrita com tradutor durante coletiva de Maxwell no PSG&quot;" href="http://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/futebol-frances/noticia/2012/01/leonardo-se-irrita-com-tradutor-durante-coletiva-de-maxwell-no-psg.html">este artigo</a></strong>, mais recente, é o que pretendo comentar, envolvendo um jogador de futebol que acaba de entrar no Paris Saint-Germain.</p>
<p>A primeira coisa que podemos dizer é que o <strong>intérprete nunca será a parte fácil de se elogiar</strong>; isso deve explicar por que não me recordo de ter visto nenhum artigo que destacasse o desempenho do intéprete ao lidar com tudo aquilo que, apesar de tudo, costuma ocorrer: péssima capacidade de expressão da pessoa a interpretar, péssimas condições técnicas (equipamento, montagem, etc.), pedidos confusos ou contraditórios do cliente, mobilização de última hora que afeta a preparação do profissional, fato de colocarem profissionais errados para atuar no que não atuam (erro clássico: mobilizar um intérprete de conferências para fazer interpretação consecutiva&#8230;), etc. E não digo que nunca somos elogiados! Afirmo apenas que é muito raro, para não dizer raríssimo, que isto seja feito publicamente &#8211; ao passo que é cada vez mais frequente que artigos publicados destaquem as supostas falhas do profissional, sem ter muita base séria para julgar. Os elogios chegam, normalmente, na saída da cabine, no contato posterior com o contratante,&#8230; e ficam atidos à esfera pessoal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que estou tentando dizer é que <span style="text-decoration: underline;">sempre será confortável e fácil para um jornalista escrever uma matéria na qual ele denigre o trabalho de um intérprete</span>, pelos seguintes motivos:</p>
<p>-toda <strong>a autoridade está do outro lado</strong>. Ou, em outras palavras, o elo fraco é o intérprete e se alguém vai ser culpabilizdo, é ele. Em qualquer caso de dificuldade de comunicação, ao criticar o trabalho do profissional, as chances de angariar algum tipo de inimizade são absurdamente menores do que criticar, por exemplo, a capacidade de expressão da autoridade, ou a péssima organização da mesma produtora que colocou um crachá de acesso em volta do seu pescoço. E estou pensando tanto em simpatia por parte dos leitores (que certamente vão preferir tomar as dores do Leonardo do que do intérprete), de implicações técnico-profissionais (criticar a organização que permitiu seu acesso ao evento?), quanto em processo por dano à imagem (no caso de falar mal da presidenta).</p>
<p>-o <strong>jornalista pode tranquilamente falar de algo que desconhece completamente</strong>: interpretação. E pode fazê-lo por dois simples motivo: 1) seus leitores são tão ignorantes quanto ele da matéria, portanto ninguém vai estranhar a certa facilidade com a qual afirma que o trabalho do profissional foi ruim; e 2) o profissional em questão não tem espaço para resposta e esclarecimento. Se Globoesportes.com falou para todos os brasileiros deste país que o trabalho de um determinado profissional foi ruim, ele que aguente e os leitores que continuem desinformados a respeito 1) do que realmente aconteceu e 2) do que é ser intérprete.</p>
<p>-nenhum intérprete vai de fato promover o que talvez coubesse legitimadamente aí: um processo por danos à imagem causado pelo artigo escrito por alguém que não entende nada do assunto interpretação. Já a outra parte &#8211; presidência, ou o PSG &#8211; tem assessoria jurídica de sobra para vigiar o que jornalistas pouco informados saem dizendo por aí.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para falarmos mais especificamente do supracitado recente artigo, envolvendo um colega profissional de quem desconheço a identidade e o famoso expoente do esporte bretão, a verdade é que <strong>raramente teremos, através de um artigo jornalístico, elementos suficientes para julgar se o trabalho foi, de fato, ruim</strong>. Aqui, a única pista, que é longe de ser segura, diz respeito ao volume de fala: quando um falava muito, outro interpretava pouco. Mas daí para afirmar que a incompetência está provada&#8230;</p>
<p>Além disso,<strong> desconhecemos as condições</strong>: não sabemos se o profissional é mesmo apenas tradutor, se ele sabe fazer consecutiva, se ele entende de futebol, se os interpretados se expressaram direito (além de muito volume de fala), etc. Estas omissões por parte do artigo condenam a certeza daquele leitor atento e informado de que quem pisou na bola foi o intérprete.</p>
<p>Quando o jornalista escreve &#8220;o <em>tradutor</em> permaneceu calado (&#8230;)&#8221; e chama o profissional de &#8220;<em>funcionário</em>&#8221; no subtítulo do artigo, vislumbro um jornalista que se enganou até no título do profissional (<strong>intérprete</strong>, não tradutor ou funcionário!!) e assina, assim fazendo, um <strong>atestado de ignorância sobre o assunto a julgar</strong>, a qualidade do serviço prestado, salvo o único sintoma, bem pobre: &#8220;o cliente reclamou&#8221;.</p>
<p><strong>Mas há um tom</strong>, esse mais discreto por talvez ser mais criminoso, que parece voluntário e francamente mal-intencionado, por parte do jornalista, de desclassificar de antemão o profissional. E isso, no meu ver, tendeu mesmo para a falta de respeito.<br />
-<strong>o emprego da palavra &#8220;jovem&#8221;,</strong> belo eufemismo para dizer inexperiente. E se a questão é experiência, eu gostaria neste momento de conhecer a idade desse jornalista.<br />
-<strong>o emprego da palavra &#8220;rapaz&#8221;</strong> me parece menosprezadora. Um prestador de serviço profissional não é um &#8220;rapaz&#8221;. Tenho certeza que o jornalista não gostaria que comentassem seu artigo dizendo que &#8220;aquele <em>rapaz</em> escreveu um artigo sobre futebol&#8221;, por exemplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pois quando menos esperávamos, a frase final do artigo nos dá uma pista que difere bastante da hipótese de incompetência do intérprete: &#8220;Após o incidente, o tradutor permaneceu calado até o fim da coletiva, na qual as perguntas foram feitas em espanhol<strong> para facilitar a vida dos jornalistas</strong>.&#8221;. (obviamente, o grifo é meu). Pobres jornalistas que não conseguem nem fazer seu trabalho direito! Alguém tem que ser culpado publicamente por isso&#8230; não é?</p>
<p>Por fim, se o jornalista pode criticar o intérprete (ou tradutor, nem isso sabemos), então criticar-lo-ei de volta:<br />
(&#8230;) &#8220;<em>se contentava em resumir em poucas palavras</em>&#8221; é de uma redundância injuriante, que chego a suspeitar ter sido voluntária e abusivamente enfática. E estamos falando de alguém cuja profissão consiste em escrever!! E atrás de quem um editor ainda validou, suponho, o texto&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para concluir, diria que <span style="text-decoration: underline;">vem crescendo sensívelmente o destaque para notícias em que o intérprete acaba sendo culpado por algum tipo de dificuldade de comunicação</span>.</p>
<p>Mas <span style="text-decoration: underline;">são poucos os artigos que oferecem base confiável para apurar que a culpa pela falha de comunicação foi mesma do profissional</span>, e não ligada a uma série de outros fatores que costumam prejudicar o desempenho da atividade, que o público geral desconhece totalmente.</p>
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		<title>Blogues, blogueiros&#8230; e plagiadores</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 06:04:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem só de tradução/interpretação vive o tradutor ou intérprete profissional. Nos dias de hoje, qualquer profissional que se preze precisa investir parte do seu tempo de trabalho em atividades que não são o seu ofício em si, e certamente não são diretamente remuneradas. Isto é, há coisas &#8211; além de traduzir ou interpretar &#8211; que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nem só de tradução/interpretação vive o tradutor ou intérprete profissional.</p>
<p>Nos dias de hoje, qualquer profissional que se preze precisa investir parte do seu tempo de trabalho em atividades que não são o seu ofício em si, e certamente não são diretamente remuneradas. Isto é, há coisas &#8211; além de traduzir ou interpretar &#8211; que um profissional que trabalha por sua própria conta precisa fazer para promover suas qualidades e fazê-las conhecer no mercado &#8211; e isto pode gerar um retorno lucrativo na forma de maior captação de clientes, por exemplo, ou consolidação de uma reputação entre os colegas e diversos concorrentes.</p>
<p>Uma iniciativa bem visível é a criação de um site. Evidentemente, vemos por aí exércitos de sites web padronizados impessoais em que a mesma ladainha comercial (expressões batidas, promessas exageradas e sensacionalistas, etc.) é repetida; não raro, é o caso de agências, aliás.</p>
<p>Uma das coisas mais generosas que bons profissionais fazem para se fazer conhecer, dar visibilidade ao seu estilo e comunicar seu pensamento de forma verdadeiramente humana é o fato de <strong>manterem ativos blogues</strong> onde costumam difundir ideias, opinar sobre determinados assuntos profissionais, esclarecer dúvidas ou propiciar um debate enriquecedor.</p>
<p>Digo que é generoso, por que o profissional o faz a troco de nada. Nada além de ter uma chance de ganhar mais consideração por parte do leitor, e muitas vezes com simples intuito de ajudar a solucionar algum problema, orientar um novato na área ou combater o espírito retrógrado de ocultação de informações, que infelizmente ocorre por vezes nesta e noutras profissões. Qualquer um pode, por exemplo, visitar o <a title="Blog tradutor profissional" href="http://www.tradutorprofissional.com/">blog de Danilo Nogueira</a>, sem nunca ter que pagar pela montanha de conhecimento que poderá encontrar lá, livremente disponível para que qualquer um se beneficie e aprenda.</p>
<p>É uma iniciativa que toma tempo, requer elaboração para que o material disponibilizado seja de qualidade e bom conteúdo, etc. E de se surpreender que até esta iniciativa seja alvo de uma praga que é<strong> o plágio</strong>.</p>
<p><a title="Blog Luciano O. Monteiro - home" href="http://www.lucianomonteiro.com/">Luciano Monteiro</a>, colega e amigo profissional que não cansarei de citar aqui, amargou recentemente o desprazer de descobrir que o conteúdo de <a title="blogue Luciano O. Monteiro - artigo sobre plágio" href="http://www.lucianomonteiro.com/blogentry/darkside">um texto seu estava sendo utilizado para angariar clientes e prestígio para outros</a>. E qual não foi sua surpresa de verificar que o desmerecido usurpador o fez não apenas com seu texto &#8211; sem ao menos mencionar a autoria, como também com o de numerosos respeitados profissionais; solicitado, furtou-se à responsabilidade de respeitar o direito do autor de exigir a remoção do conteúdo.</p>
<p>Sim: quando uma pessoa publica um texto na internet, ela assume que este texto está disponível para que todos leiam, aprendam o que puderem aprender e, inclusive, o citem em seus próprios instrumentos de divulgação de conteúdo. Mas é ética da mais elementar <em>citar citando</em>, isto é citar mencionando quem é o autor daquele pensamento e conteúdo. Além do mais, a mim parece que a nobreza estaria em saber citar (respeitando a os princípios éticos que evoquei acima) para agregar valor a uma ideia sua.</p>
<p>Não: ninguém tem o direito de impunemente publicar ideias e textos de outrem como se fossem seus, com o descarado intuito de angariar impropriamente o prestígio e clientes que eram merecidamente deste outrem. Mesmo se estes benefícios só poderiam ser esperados indiretamente, é o verdadeiro autor que merece a chance de conquistá-los.</p>
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		<title>Provas para tradutor juramentado no estado do Paraná</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 03:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[tpic]]></category>

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		<description><![CDATA[O link seguinte disponibiliza as provas (parte escrita) às quais tiveram que se sujeitar os candidatos a TPIC * no estado do Paraná, realizadas em novembro deste ano, em Curitiba. http://www.nc.ufpr.br/concursos_externos/jucepar2011/provas/center_pr&#8230; As provas foram compostas por duas partes: 1) prova de tradução, específica por idioma 2) prova de versão, uma única que foi sorteada na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O link seguinte disponibiliza as provas (parte escrita) às quais tiveram que se sujeitar os candidatos a TPIC * no estado do Paraná, realizadas em novembro deste ano, em Curitiba.</p>
<p><a href="http://www.google.com/url?sa=D&amp;q=http://www.nc.ufpr.br/concursos_externos/jucepar2011/provas/center_provas.htm&amp;usg=AFQjCNFBeLRxLK6TPWwWgIk28WUV9y75Kw" rel="nofollow" target="_blank">http://www.nc.ufpr.br/concursos_externos/jucepar2011/provas/center_pr&#8230;</a></p>
<p>As provas foram compostas por duas partes:<br />
1) prova de tradução, específica por idioma<br />
2) prova de versão, uma única que foi sorteada na hora (última linha<br />
do quadro).</p>
<p>É sempre interessante se fazer uma ideia do grau de dificuldade destas avaliações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(*) TPIC = Tradutores Públicos e Intérpretes Comerciais, comumente chamados de tradutores juramentados</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Principais projetos em 2011</title>
		<link>http://milanitraducao.com/2011/10/19/principais-projetos-em-2011/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 21:59:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Milani</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano já começou quente em março, mas é agora chegada a hora de fazer um balanço das atividades realizadas ao longo deste ano. Eis uma lista não exaustiva dos principais projetos aos quais tive o prazer de associar meus serviços: -Iniciei o ano interpretando a visita de M. Alain Juppé à posse de Dilma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><strong>O ano <a href="http://milanitraducao.com/2011/04/13/principais-projetos-em-marco-de-2011/">já começou quente em março</a>, mas é agora chegada a hora de fazer um balanço das atividades realizadas ao longo deste ano. Eis uma lista não exaustiva dos principais projetos aos quais tive o prazer de associar meus serviços:</strong><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">-Iniciei o ano</span> interpretando a visita de <span style="text-decoration: underline;">M. Alain Juppé à posse de Dilma Roussef</span>, no dia primeiro de janeiro.</p>
<p>-minha empresa, &#8220;Leonardo milani Traducao e Interpretacao&#8221;, foi finalmente aberta no início deste ano e está em plena atividade desde então.</p>
<p>-ministrei, com Fernando Campos Leza, meu parceiro neste projeto, a p<strong>rimeira aula do nosso <a href="http://www.cursodewordfast.com.br/" target="_blank">Curso de Wordfast</a></strong>, no dia 12/03. Um deles comentou <a href="http://www.interpretando.com.br/curso-de-wordfast-classic/">aqui</a>. Agora estamos concentrados em levar esta aula para a UnB como curso de Extensão. Uma primeira aula demonstrativa com os professores do departamento de Letras e Tradução da universidade aconteceu em maio de 2011…</p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">-continuo interpretando todos os <span style="text-decoration: underline;">Conselhos de Administraçao de</span></span><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="text-decoration: underline;"> Caixa Seguros</span></span><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">, além de traduzir cada relatório destas reuniões (há mais de 4 anos)</span><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">,</span></p>
<p>-Traduzi e revisei <span style="text-decoration: underline;">artigos científicos</span> para o Cirad (inclusive a versão brasileira <a href="http://visacane.cirad.fr/pt/" target="_blank">deste site</a>), o IRD (paineis de uma exposição pública internacional sobre a floresta, revisão de artigos em PTBR), etc.</p>
<p>-Comecei a traduzir (e ainda estou traduzindo) um livro sobre &#8220;décroissance&#8221; (cf. Serge Latouche), coletânea de artigos sobre a questão que será lançada pela Gallimard Rio.</p>
<p>-Realizei numerosas <span style="text-decoration: underline;">missões </span><span style="text-decoration: underline;">de interpretação para a <em>mission militaire </em></span><span style="text-decoration: underline;">da Embaixada da França</span>, envolvendo informações e responsabilidades sensíveis</p>
<p><strong><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">E através das agências de tradução para as quais ofereço meus serviços:</span></strong></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">-Traduzi vários <span style="text-decoration: underline;">textos corporativos</span> de Vallourec, Alstom, Mersen e Agence Arca;</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">-traduzi <span style="text-decoration: underline;">sites internet</span></span><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="text-decoration: underline;"> e documentos </span></span><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"><span style="text-decoration: underline;"> corporativos e turísticos</span> da Air France, da Préfecture de Marseille, da Estação Courchevel, do Comité Régional du tourisme de Paris e do Esprit de France;</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">-Traduzi <span style="text-decoration: underline;">textos de marcas de luxo</span>, tais como o Grupo LVMH, Thierry Mugler ou Paco Rabane;</span></p>
<p><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">-Traduzi todas as <span style="text-decoration: underline;">Revistas internas da Accor &#8220;Mosaic&#8221;</span></span> (há 4 anos titular neste projeto), atuando desde a tradução FR&gt;PTBR até a revisão final de prova, uma revista trimestral;</p>
<p>-Traduzi numerosas pesquisa de opinião da Strategic research, BCI, TNS Sofres e Ipsos;</p>
<p>-Traduzi um <span style="text-decoration: underline;">jogo de treinamento</span> completo para a Renault Academy.</p>
]]></content:encoded>
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